quarta-feira, 6 de junho de 2012

Análise de Riscos na Comunicação



Antes de se analisar a comunicação, é preciso primeiro saber os propósitos desta, que podem ser diversos, como:

  • Enviar ou receber uma mensagem
  • Garantir a compreensão
  • Realizar a ação correta
  • Fazer um intercâmbio de informações

Se nenhum destes objetivos forem atingidos, talvez a comunicação não tenha sido eficaz ou adequada. A circulação de informações neste tipo de instituição é essencial, uma vez que uma falha neste processo pode levar à uma desestruturação não só de âmbito interno ─ levando a uma confusão nas tarefas do funcionário ─ como de âmbito externo ─ resultando em uma falha na troca de informações entre a instituição e o público.

Dentre os tipos de comunicação ─ verbal, não-verbal, escrita, visual e eletrônica ─ pode-se dividi-las entre as de âmbito interna e as de âmbito externo.

O método de comunicação usado, independente de qual for, deve ser eficiente, além de flexível o bastante pra responder à mudanças repentinas e situações que fugiram de um planejamento prévio - situação essa que, por sua vez, pode ter ocorrido exatamente por uma falha na comunicação.

Para que estes problemas não ocorram, é imprescindível que todos os envolvidos, principalmente nos processos internos da instituição, saibam como a comunicação será utilizada, uma vez que esta é muito suscetível ao surgimento de obstáculos, como a linguagem confusa, sobrecarga ─ ou falta ─ de informação e longas cadeias de comunicação.


Comunicação Com o Público Interno

Verbal: É comum, mas costuma ser insatisfatória dentro do estabelecimento, já que nem sempre existem testemunhas do que foi falado pelas informações serem passadas via mailing aos funcionários. Este tipo de comunicação também éexterna, uma vez que funcionários do local se utilizam dele para dar informações e direções, por exemplo, além de instruções que podem vir a receber.
Devido ao sistema utilizado para o contato com o público interno, algumas barreiras podem ocorrer na comunicação, como a sobrecarga de informações, uma vez que os funcionários recebem ordens tanto da organização Poiesis como do Museu. Além disso, as informações podem ser incompletas, uma vez que o mailing não possui espaço suficiente para se descrever informações detalhadas.

Escrita: A mais utilizada. É formal, direta, concreta e garantida. No caso,são cronogramas, explicações de tarefas e instruções que são passadas aos funcionários. Também é externa, uma vez que é através dela que o público pode ler as informações disponibilizadas dentro do Museu, além de outras diversas atividades que se usam deste tipo de comunicação.

Comunicação com o Público Externo

Visual: Muito presente no Museu, uma vez que as informações são passadas em um formato multimídia, com imagens, vídeos, fotografias, etc.

Eletrônica: Um dos pontos fortes do Museu: a dinâmica. Além de telas que permitem a escolha de palavras para descobrir seu significado e origem, existem também apresentações que contam com este tipo de artifício, além de quadros nos quais é possível formar palavras e revelar seus significados. Este tipo de comunicação também é externo pois, através dele, os visitantes que se cadastrarem podem receber mailing, além de poder enviar e-mails com dúvidas para o Museu e saber das novidades em seu website.

A principal barreira que pode ocorrer com a comunicação externa é a psicológica. Esta constitui de aspectos individuais de cada um e que não pode ser evitada pelo museu. Nesse caso, o risco na comunicação está na não interação entre as pessoas que não gostam ou costumam ir a museus.

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